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Força Aérea dos EUA escolhe AT-6 Wolverine e A-29 Super Tucano como finalistas de programa bilionário



A Força Aérea dos EUA (USAF) divulgou nesta sexta-feira que reduziu os candidatos à sua nova aeronave de ataque leve ao AT-6 Wolverine da Textron e ao A-29 Super Tucano pela Sierra Nevada e pela Embraer.

Os dois finalistas do Experimento de Ataque Leve realizado em agosto de 2017 passarão agora por uma série de testes embora sem demonstração de combate, este verão na Base da Força Aérea Davis-Monthan no Arizona.

A USAF busca adquirir uma aeronave leve e barata capaz de combater insurgentes e fornecer suporte aéreo, semelhante ao A-10 Thunderbolt II, uma lenda da aviação mas envelhecido e cada vez mais caro de manter.

"Em vez de fazer uma demonstração de combate, decidimos trabalhar em estreita colaboração com a indústria para experimentar a manutenção, a rede de dados e os sensores com as duas aeronaves de ataque leve mais promissoras: o AT-6 Wolverine e o A-29 Super Tucano, disse a secretária Heather Wilson em um comunicado. "Isso nos permitirá reunir os dados necessários para uma rápida aquisição".

Os testes ocorrerão entre maio e julho e é esperado que dê a USAF toda a informação que precisa para tomar uma decisão final sobre qual aeronave ganhará o contrato. Os parceiros internacionais dos EUA serão convidados a acompanhar os testes.

O Experimento de Ataque Leve realizado no deserto do Novo México, colocou as quatro aeronaves e procurou acelerar o desenvolvimento da nova aeronave, sugerida no ano passado pelo senador John McCain, presidente do Comitê de Serviços Armados do Senado.

A aeronave escolhida funcionará ao lado do A-10, bem como dos aviões mais avançados do serviço para combater o Estado Islâmico e outros grupos terroristas em conflitos não convencionais em todo o mundo. 

"Uma aeronave de ataque leve não só proporcionaria alívio aos nossos aviões de 4ª e 5ª geração, mas também reforçaria nossas interoperabilidade, para que possamos empregar mais efetivamente o poder aéreo como uma equipe internacional", disse o general David Goldfein, chefe de gabinete da Força Aérea dos EUA, em um comunicado. 








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