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Virginia declara estado de emergência após marcha supremacista


Confrontos entre manifestantes e contra-manifestantes em Charlottesville levaram o estado norte-americano de Virginia a declarar este sábado o estado de emergência. Há registro de vários feridos e detidos. No centro da polêmica está a remoção iminente da estátua de um militar confederado. Um acidente junto ao local dos protestos fez "vários feridos", segundo confirmou a polícia.


Radicais racistas, incluindo membros do antigo grupo de extrema-direita Ku Klux Klan, começaram a chegar a Charlottesville, Virgínia, na sexta-feira, à noite para um protesto ilegal e que dispersou já este sábado, após terem sido mobilizadas fortes medidas de segurança.  

Mike Signer, prefeito de Charlottesville, considerou o protesto como “um desfile cobarde de ódio e intolerância”.  

Entretanto, um acidente ocorrido este sábado entre três veículos, num local onde a polícia tentava dispersar os manifestantes, fez "vários feridos" entre os transeuntes, confirmaram as autoridades através do Twitter.

Antes deste incidente, a marcha “Unir a direita” marcada para hoje tinha reunido vários grupos de extrema-direita que transportavam bandeiras confederadas, insígnias nazis e material como capacetes, escudos e bastões.

Na sexta-feira, a situação mais crítica aconteceu junto ao campus da Universidade de Virgínia, perto da estátua de Thomas Jefferson – um dos pais fundadores dos Estados Unidos – onde o protesto racista encontrou um grupo de contraprotesto, incluindo membros do movimento Black Lives Matter. A situação repetiu-se hoje com mais violência junto à estátua de Robert E. Lee, no Emacipation Park, para onde convergiu o protesto. 


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