Trump receberá o Porta-aviões mais poderoso da história em 2017
O porta-aviões tornou-se a principal embarcação de guerra durante a Segunda Mundial, suplantando os imensos encouraçados, navios de batalha com canhões de grosso calibre que eram até então a nau capitânia das esquadras. Os Estados Unidos, como nenhum outro país, soube entender o potencial que eles possuíam e após o conflito investiram em massa em embarcações cada vez maiores. Ainda na década de 1960, criaram os navios aeródromos com propulsão nuclear, capazes de navegar por meses sem necessidade de reabastecimento. Hoje uma dezena deles está distribuída em várias bases do país e devem ganhar a companhia do mais novo porta-aviões projetado pela nação.
Ele só deverá entrar em operação no ano que vem, mas o porta-aviões Gerald R. Ford já é o mais caro navio de guerra construído, ao custo de cerca de US$ 13 bilhões. Parte de uma nova classe de porta-aviões nucleares, o CVN-78 (sigla adotada pela Marinha dos EUA) substituirá uma lenda, o Enterprise, o primeiro porta-aviões nuclear da história.
O Gerald R. Ford, batizado em homenagem ao 38º presidente do país, foi ao mar em novembro de 2013 e deve ser comissionado em 2017, embora problemas técnicos tenham atrasado seguidamente as previsões. Ou seja, o novo presidente americano Donald Trump terá em suas mãos um navio cuja capacidade militar deve superar com folga a da classe Nimitz, que hoje reúne 10 embarcações.
O novo porta-aviões é relativamente parecido nas dimensões com os navios hoje em operação: desloca mais de 100 mil toneladas, mas é mais longo (337 metros contra 332 metros da classe Nimitz), largo (78 m contra 76,4 m) e alto (78 m contra 76,8 m), mas é nos detalhes que a classe Ford supera sua antecessora. O convés de voo, por exemplo, é maior graças a uma ilha menor (a torre de controle do navio) e recuada e também ao uso de apenas três elevadores contra quatro das classes antigas.
Com isso, a marinha americana acredita que será possível operar 25% mais voos por dia, tornando o Gerald R. Ford ainda mais capaz. Embora a velocidade seja semelhante a dos porta-aviões atuais (cerca de 56 km/h), o novo navio utiliza um sistema de propulsão por energia nuclear muito mais poderoso.
O Gerald R. Ford, batizado em homenagem ao 38º presidente do país, foi ao mar em novembro de 2013 e deve ser comissionado em 2017, embora problemas técnicos tenham atrasado seguidamente as previsões. Ou seja, o novo presidente americano Donald Trump terá em suas mãos um navio cuja capacidade militar deve superar com folga a da classe Nimitz, que hoje reúne 10 embarcações.
O novo porta-aviões é relativamente parecido nas dimensões com os navios hoje em operação: desloca mais de 100 mil toneladas, mas é mais longo (337 metros contra 332 metros da classe Nimitz), largo (78 m contra 76,4 m) e alto (78 m contra 76,8 m), mas é nos detalhes que a classe Ford supera sua antecessora. O convés de voo, por exemplo, é maior graças a uma ilha menor (a torre de controle do navio) e recuada e também ao uso de apenas três elevadores contra quatro das classes antigas.
Com isso, a marinha americana acredita que será possível operar 25% mais voos por dia, tornando o Gerald R. Ford ainda mais capaz. Embora a velocidade seja semelhante a dos porta-aviões atuais (cerca de 56 km/h), o novo navio utiliza um sistema de propulsão por energia nuclear muito mais poderoso.

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